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Alta no preço do querosene de aviação deve gerar 'consequências severas', diz associação das aéreas



Um aumento expressivo no preço do querosene de aviação (QAV) no Brasil tem gerado preocupação entre companhias aéreas e entidades do setor. Segundo informações divulgadas nesta terça-feira (1º de abril de 2026), a alta superior a 50% no valor médio do combustível pode trazer impactos significativos para a aviação nacional.


 

De acordo com o que foi apurado, o reajuste foi realizado pela Petrobras em meio ao cenário internacional marcado por tensões e conflitos no Oriente Médio, fator que tem pressionado o preço do petróleo e, consequentemente, dos derivados.


 

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) se manifestou sobre a situação e alertou para possíveis “consequências severas” no setor, destacando que o combustível representa uma das principais despesas das companhias aéreas. Com o aumento, cresce a preocupação com a sustentabilidade das operações e com os reflexos para os consumidores.


 

Apesar do cenário, a entidade não confirmou, até o momento, se haverá repasse imediato nos preços das passagens aéreas. No entanto, especialistas do setor apontam que, historicamente, altas no combustível tendem a pressionar os custos operacionais, o que pode resultar em reajustes ao consumidor final.


 

O tema segue sendo acompanhado de perto por empresas e autoridades, já que o impacto pode afetar desde a oferta de voos até o custo das viagens no país.